segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Poda de árvores no Condomínio Guarapari , Sacomã em São Paulo

 26 de dezembro de 2014
Árvores antes da poda:
Estacionamento do condomínio Guarapari antes da poda de árvores !





Durante a poda das árvores:






Depois da poda das árvores:

Árvores já podadas !








Estacionamento do condomínio Guarapari após a poda de árvores !

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

PINTURA DE PAINEIS E FACHADAS


PINTURA DO PAINEL DO GINÁSIO DO CEU PARAÍSO-ALVORADA - GUARULHOS

A pintura do painel está sendo feita em mosaico com quatro cores.


CEU Vila Paraíso - Alvorada


CEU Paraíso – Alvorada com área total de 17 mil m², sendo 2.790m² de área construída, conta com a Escola da Prefeitura Anísio Teixeira, com 800 alunos do ensino fundamental, duas piscinas, biblioteca, telecentro, ginásio poliesportivo coberto com arquibancada para 700 pessoas, campos de futebol society e de beisebol, pistas de corrida e caminhada e playground.


Telefone: (11) 2475-7300
Endereço: Rua Dom Silvério - Pimentas - Guarulhos - São Paulo, 07242-101




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Revestimentos: O CIMENTO QUEIMADO




O cimento queimado está conquistando muitos adeptos por ser uma opção rústica, elegante e, pasmem, barata! Ele é um material coringa, combina com tudo desde cerâmicas à madeira. Engana-se quem acha que um ambiente com piso de cimento queimado é frio e impessoal. A gente está aqui para provar a sua versatilidade.



Ele não é nada mais que um piso fabricado a partir de uma argamassa feita na obra com a mistura de cimento, areia e água. Queimar o cimento não tem nenhuma relação com fogo. Esse é apenas o nome dado ao processo de jogar o pó de cimento sobre a argamassa ainda mole. Então, a superfície deve ser desempenada, espalhando esse pó, deixando o conjunto bem lisinho. Após secar, estará pronto o cimento queimado.

  •  Execução

A execução de revestimentos de piso em cimento queimado é uma técnica bastante antiga, além de uma alternativa econômica e prática e bonita. Antes da aplicação, é necessário verificar se o substrato (contrapiso) está perfeitamente sadio, não apresentando afundamentos, buracos, etc. É importante que o contrapiso esteja o mais nivelado possível e com a superfície áspera, de modo ter-se boa aderência do revestimento. O ideal é que contrapiso seja em concreto armado ou, no mínimo, em argamassa armada com tela. Contrapisos em caliça, brita, saibro, argila ou areia compactados, não são indicados para este tipo de revestimento, devido à grande possibilidade de rachaduras. Após a verificação do contrapiso, com eventual correção dos problemas, deve-se seguir o roteiro abaixo:


  • 1 - Limpeza do substrato, varrendo e aspirando o pó;
  • 2 - Divisão da área do piso em quadros, formados por guias de madeira de lei, mármore, granito ou material plástico, com espessura de 10mm e altura de 30mm. As guias servirão como gabarito para nivelamento da argamassa de revestimento, portanto deverão ser perfeitamente niveladas. Os quadros deverão ter dimensões máximas de 3,00 x 3,00m, podendo formar desenhos variados, de acordo com a paginação de piso projetada, não precisando ser necessariamente quadrados;
  • 3 - Caso a superfície não tenha a necessária aspereza, aplicação de uma camada de chapisco de aderência, em argamassa de cimento e areia grossa lavada, traço 1:3 em volume, aditivada de resina adesiva vinílica, como o “Sikafix Super” da Sika, por exemplo, na proporção indicada pelo fabricante. A espessura média deste chapisco deverá ser de 5mm;
  • 4 - Aplicação da argamassa base, em cimento e areia fina lavada, 1:3 em volume, em quadros alternados, como num tabuleiro de xadrez. A espessura média da argamassa base deverá ser de 30mm, ou 25mm quando for utilizado chapisco de aderência, podendo variar de acordo com a regularidade da superfície do contrapiso. Recomenda-se o uso de um aditivo plastificante como o "Sikanol S" da Sika, por exemplo, ou o Bianco, na proporção indicada pelo fabricante, para evitar-se as fissuras por retração e facilitar o trabalho com a argamassa. Para melhorar a impermeabilidade, em ambientes úmidos, pode-se utilizar um aditivo impermeabilizante, como o "Sika 1" da Sika, por exemplo, na proporção indicada pelo fabricante;
  • 5 - Alisamento da argamassa, de preferência com régua metálica, utilizando-se das guias divisórias dos quadros para nivelamento, como na foto;
  • 6 - Polvilhamento de cimento seco sobre a superfície ainda fresca, na razão de 0,5 kg/m2;
  • 7 - Alisamento suave do cimento polvilhado com desempenadeira de aço, sem pressionar a argamassa base. Observações: O cimento queimado colorido é feito com a pigmentação do pó de cimento na cor desejada. Para uma cor mais clara, use cimento branco estrutural na argamassa base. Para um tom mais escuro, use cimento normal. Para obter-se colorações diferenciadas, pode-se aditivar a argamassa base com corantes como o pó "Xadrez" ou o "Bayferrox" da Bayer, por exemplo, na proporção indicada pelo fabricante. Neste caso, recomenda-se que se utilize cimento branco na argamassa base, de modo a alterar-se o mínimo possível a coloração desejada. No lugar das guias indicadas, pode-se utilizar faixas de placas cerâmicas, de mármore, granito, madeira ou tijolos maciços, compondo desenhos diferenciados, de acordo com a paginação projetada.

Confira o resultado:




Importante: Caso existam juntas de dilatação no contrapiso existente, elas deverão ser respeitadas e reproduzidas no novo revestimento.
Quem gosta?

Como tudo na vida, é necessário contratar mão-de-obra especializada e experiente a fim de evitar maiores dores de cabeça no futuro. Muitos pedreiros afirmam que sabem trabalhar com esse tipo de piso, mas a realidade é que muito poucos sabem realmente executar um bom cimento queimado.Clique "aqui" para conversar com nossa design de interiores e saber mais sobre o assunto.

fontes: dcoracao e limaonagua

domingo, 18 de maio de 2014

Sistemas construtivos em drywall:

  

A palavra drywall significa íntegrana sua , “parede seca”, que por sua vez representa a idéia de construção a seco, são revestimentos indicados para a construção de paredes internas, substituindo os métodos convencionais de alvenaria na construção, onde a sujeira e lamaceiro estão sempre presentes com diversas vantagens:
  • Montagem rápida com obra limpa e seca;
  • Permite fazer paredes retas ou curvas, podendo receber acabamentos de pintura, azulejo, mármore, fórmica, etc.
  • Menor peso por m2 otimizando o dimensionamento das estruturas e fundações;
  • Adaptabilidade a qualquer tipo de estrutura: madeira, concreto ou aço, podendo receber qualquer tipo de fixação de objetos;
  • Isolamento térmico e acústico e resistência ao fogo.

                   



No exterior somente se utiliza projeto de drywall vinculado ao projeto principal, entre outras abordagens, nada específico, isto porque a cultura de se utilizar o drywall nas obras é praticamente 100%.

Já no Brasil, devido ao fato que tanto o cliente, como as construtoras desconhecem profundamente os detalhes e peculiaridades do drywall, além da falta de conhecimento das frentes de serviços de interface, torna-se fundamental o uso de projeto, evitando surpresas durante e depois do processo executivo.

O projeto é fundamental para que se tenha um obra harmonizada as suas condições técnicas e orçamentárias, evitando-se surpresas custosas e desagradáveis.



 Paredes internas em drywall


  • Utilização e montagem
A técnica, contra-indicada em paredes externas, exige mão-de-obra especializada. O material chega em duas partes: uma estrutura de aço e placas de gesso para revestí-la.
Montar um forro com drywall também é vantajoso, pois dá para embutir a iluminação. No banheiro, impermeabilizado, acaba com o mofo.


A vantagem é a agilidade da técnica. Dois homens fazem 40 m2 de paredes de gesso por dia, enquanto, com tijolos e cimento, fariam, no máximo, 8 m2.

  • Acabamento



Finalmente a parte final, o acabamento, também chamado de tratamento de juntas consiste na aplicação de uma fita de papel com multi-camadas a ser aplicada nas juntas das chapas, eliminando toda e qualquer possibilidade de fissuração.
A fita deverá ser aplicada embebida em massa específica para tratamento de juntas do drywall, evitando descolamento da fita.
Após a secagem do enfitamento deverão ser aplicadas pelo menos duas demãos adicionais de massa de acabamento sobre a fita, com desempenadeira ou espátulas largas e específicas, com o lixamento alternado entre demãos, suavizando e finalizando-se cada aplicação com o lixamento da superfície tratada.


Nossa empresa utiliza materiais sobre a manutenção do drywall e explica tudo sobre tudo o que se pode fazer de mudanças, reformas e alterações com o sistema, se tiver interesse entre em contato clicando AQUI.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Corte, poda e remoção de galhos e árvores.


Efetuamos corte de gramados, de árvores, poda, e remoção de galhos, troncos etc.
Trabalhamos com segurança, uso de EPI'S profissionalismo e rapidez a fim de causar o menor transtorno possível.